Vocẽ sabe o que é uma eleição proporcional?

Daqui a uma semana nossa cidade, assim como todo o Brasil vai às urnas. Nosso voto será decisivo para os próximos 4 anos e precisamos exercer a democracia. Apesar das massivas campanhas do TSE, a uma semana da eleição; muitas pessoas ainda estão desinformadas e vão votar por votar.

Uma decisão tão séria precisa ser bem tomada. As pessoas que escolheremos para nos representar, independente da esfera de poder que em que irá atuar influenciarão decisivamente no nosso futuro e no dos nossos filhos.

Vamos mais uma vez falar sobre as eleições. Só mais uma vez, esperamos.

Neste ano vamos eleger presidente da república, senador, deputado federal e deputado estadual.

O voto para presidente e senador é majoritário ou seja, ganha a eleição quem tiver mais votos. Até aí tudo bem.

O voto para deputado federal e estadual é proporcional. Ganhar mais votos não garante a eleição.

Aí entra o QUOCIENTE ELEITORAL como já explicamos aqui  a informação que pode ser encontrada no TSE.

Muitas pessoas, inclusive com formação superior, ainda não entenderam a importância do voto e estão tratando a eleição como uma brincadeira do tipo vamos ver quem ganha. Se não houver uma conscientização coletiva as pessoas vão cometer o mesmo erro de todas as outras eleições anteriores! Se a cidade não conseguir eleger um deputado, vamos todos perder. É por isso que neste meio de informação temos batido tanto nesta tecla! Se perdermos esta chance, só em 2018. Imagina mais 4 anos vivendo assim. Faço minha as palavras do Dr. Rafael Simonetti quando diz: " A tônica é saber o que eu posso fazer pela minha cidade e não o que minha cidade pode fazer por mim."

Agora, mais do que nunca podemos fazer algo por NOSSA CIDADE: votar consciente! Nossa cidade onde moramos, vivemos, compramos, vendemos, passeamos, respiramos, sonhamos...

Pesquisamos os candidatos da cidade no TSE e fizemos um gráfico aproximado comparando as últimas eleições e esta, baseando-se nas informações dos candidatos com maior expressão. Veja o gráfico a seguir:

Aqui, o eleitor aprendeu com o sofrimento e o descaso, a votar no menos ruim. Nossa autoestima está muito baixa! Precisamos votar no melhor porque merecemos o melhor!

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