Drogas: Um mal desnecessário!

"E nós, que precisamos fazer? Disse-lhes: A ninguém molesteis com extorsões; não denuncieis falsamente e contentai-vos com o vosso soldo." Lucas 3,14

A Sagrada escritura diz: "A raiz de todos os males é o amor ao dinheiro." "Ninguém pode servir a dois senhores, porque amando a um desprezará o outro... Ninguém pode servir a Deus e ao dinheiro."
A experiência ensina: "As más companhias corrompem os bons costumes." "Me digas com quem tu andas e eu te digo quem tu és."
Pessoas de bom caráter que se envolvem com as drogas, se corrompem e se transformam em maus. Perdem todas as virtudes e se tornam cheias de vícios.
As drogas corrompem o caráter, colocando em cheque a verdade, tornando o usuário uma pessoa egoísta, que só pensa em si próprio, indiferente ao que acontece ao seu redor. Porque por trás das drogas, está o mal em pessoa, o pai da mentira, o Diabo, que mata, rouba e destrói. Mata as almas, tirando delas a esperança do Céu, com o castigo eterno do Inferno; rouba a felicidade de todos os que usam drogas e dos que estão em sua volta; destrói a vida das pessoas, da sociedade, da nação. Espalha o caos que experimentamos todos os dias, seja em nossas famílias, seja na sociedade.
Apoiado no que disse Jesus, de que nenhum reino dividido contra si mesmo pode subsistir; ficam as perguntas:
Como pode um senador, um deputado, um vereador, criar leis contra as drogas das quais eles mesmos são usuários e ou beneficiários?
Como pode um magistrado, um juíz, um promotor, usuário de drogas, condenar ou coibir o uso das drogas?
Como pode um delegado, um agente, um policial militar, combater a droga da qual ele mesmo é usuário e ou beneficiário?
Assim, uma pessoa corrupta, se torna um ovo de víbora dentro do Presídio, dentro da Câmara de Vereadores, dentro do Ministério Público, dentro da Delegacia, dentro do Pelotão, dentro da Escola, dentro da Família, dentro da Sociedade. Da sociedade a qual o funcionário público jurou defender muitas vezes com a própria vida.
Com o dinheiro sujo do tráfico de drogas, elegem os políticos que vão defender a causa, criando leis e outros mecanismos a favor das drogas!

Por outro lado, o traficante precisa aliciar, contratar revendedores para vender o seu produto ilícito, daninho, venenoso.
Assim, ele alicia carcereiros, policiais, etc., etc., e todo tipo de pessoa sem caráter, amante do dinheiro.
Deste modo, onde existe a corrupção, há drogas, e há todo tipo de coisa ruim à sociedade.

A sociedade assiste passiva e pasmada a escalada das drogas, da violência, da corrupção. Enquanto o Poder Público constituído, fica inerte. Mas o consumo e o comércio de drogas, seguem de vento em popa.

Deste modo, a nossa permissividade contribui cada dia mais para o crescimento deste mal que  é a droga. Porque "à força de tudo ouvir,  acaba-se por tudo aceitar, à força de tudo aceitar, acaba-se por tudo aprovar".

Fazer uso de drogas em público é fazer apologia ao crime. A pessoa que for flagrada fazendo uso de drogas em público, deve ser detida, conduzida à Delegacia, e enquadrada. Mas se dizem assim: não adianta levar à Delegacia, ele vai ser solto. Isso dá uma garantia de impunidade ao usuário; ao mesmo tempo que equivale dizer: Não vou tomar banho, pois vou me sujar de novo; Não vou escovar os dentes porque vou comer novamente, não vou me limpar porque voltarei a defecar!

Estão tirando todos os meios que o cidadão de bem tinha para se defender. Isto torna o Poder Público ineficiente e inútil; enquanto traficantes colocam revendas (bocas) em quase todas as ruas de nossa cidade, de nossos bairros, aliciam e viciam nossos jovens e afrontam o cidadão, com assaltos à luz do dia. Como acontece em Brasilinha 17, Jardim Paquetá, etc. etc.
Precisamos nos dar conta que o problema social é um problema nosso. Que as drogas são um problema de todas as classes sociais, inclusive da nossa, e que no dia em que morrermos iremos prestar contas a Deus também pela nossa omissão diante dos desafios de cada dia.
Não estamos falando do  crime organizado? Pois o cidadão de bem também precisa se organizar e juntos, cobrar os seus direitos, orientarem-se mutuamente, educar os eleitores, sabe porque? Porque juntos somos mais fortes, e é do nosso interesse um mundo sem drogas!

E por falar em permissividade...
Nossa sociedade atravessa a sua pior crise existencial. Perdeu todos os valores morais.
Além do esgoto que jorra diariamente pelas ruas da cidade, vazando das tubulações da rede de esgotos que custa a metade de nossa conta de água; vemos também na entrada da cidade, no Jardim Paquetá, uma cena picante, sujestiva, imprópria para exibição ao público, mas exibida em um outdoor.
Quem se cala; consente!